Dos Tudors, um pouco

Sou curiosa por tudo que se refere à dinastia Tudor, em especial sobre a história da vida de Henrique VIII, suas esposas, amantes e sua filha Elizabeth. Quem for esticar o feriado, gosta da história da Inglaterra e quer assistir bons filmes, recomendo ver, na sequência:

A Outra
Ana Bolena (Natalie Portman) e Maria Bolena (Scarlett Johansson) são irmãs que foram convencidas por seu pai e tio ambiciosos a aumentar o status da família tentando conquistar o coração de Henrique Tudor (Eric Bana), o rei da Inglaterra. Elas são levadas à corte e logo Maria conquista o rei, dando-lhe um filho ilegítimo. Mas isto não faz com que Ana desista de seu intento, buscando de todas as formas passar para trás tanto sua irmã quanto a rainha Catarina de Aragão (Ana Torrent).

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Elizabeth (1998)
Inglaterra, 1554. O país está dividido entre católicos e protestantes. Mary Tudor (Kathy Burke) está no poder e é uma católica fervorosa, mas tem um tumor que a deixa com os dias contados. Sua meia-irmã, Elizabeth (Cate Blanchett), é uma protestante convicta e a primeira na linha de sucessão. Elizabeth é levada até à rainha, que tenta fazê-la prometer que o país seguirá o catolicismo. Já no leito de morte de Mary Tudor, o Duque de Norfolk (Christopher Eccleston) tenta fazer, em vão, com que a rainha assine a pena de morte de Elizabeth que, com a morte de Mary, é coroada rainha. Elizabeth herda um país falido, sem exército e com inimigos por todos os lados, até mesmo na sua própria corte, forçando-a a calcular cada passo para permanecer no poder. Inicialmente ela comete erros graves, mas gradativamente vai se firmando e, sempre aconselhada por Sir Francis Walsingham (Geoffrey Rush), ela planeja eliminar todos os seus inimigos para consolidar seu poderio.

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Elizabeth – A Era de Ouro (2007)
Inglaterra, 1585. Elizabeth I (Cate Blanchett) está quase há três décadas no comando da Inglaterra, mas ainda precisa lidar com a possibilidade de traição em sua própria família. A Europa passa por uma fase de catolicismo fundamentalista, que tem como testa-de-ferro o rei Felipe II (Jordi Mollá), da Espanha. Apoiado pelo Vaticano e armado com a Inquisição, Felipe II planeja destronar a “herege” Elizabeth I, que é protestante, e restaurar o catolicismo na Inglaterra. Preparando-se para entrar em guerra, Elizabeth busca equilibrar as tarefas da realeza com uma inesperada paixão proibida com o aventureiro Sir Walter Raleigh (Clive Owen).

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2 comentários sobre “Dos Tudors, um pouco

    • Esse eu inventei rs… Tem um trocadilho famoso sobre o Henrique VIII, que acho muito adequado: “Hearts and Heads”. Alusão a sua grande facilidade tanto em mandar decapitar quanto em dilacerar os corações das moças…

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