Box com 20 filmes de Woody Allen

Finalmente adquiri um antigo sonho de consumo: a caixa com 20 filmes de Woody Allen! O diretor americano, que tem como marca registrada o olhar irônico e nem sempre otimista sobre as relações, dirige, escreve e atua na maioria de seus filmes. Em 2002 ele foi premiado com a Palma de Ouro pelo conjunto de sua obra no Festival de Cannes. Para os fãs (ou até mesmo os nem tanto), recomendo também a seleção de músicas das trilhas sonoras de seus filmes desde Manhatan até Meia noite em Paris.

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Os 20 DVDs da coleção:

Bananas (1971) – Fielding Mellish (Woody Allen), um testador de produtos de uma grande firma, é apaixonado por Nancy (Louise Lasser), uma ativista política. Ele assiste manifestações e tenta provar da sua maneira que é merecedor do amor dela, mas Nancy quer alguém com maior potencial de liderança. Então Fielding vai para San Marcos, uma republiqueta na América Central, e lá se une aos rebeldes e, no final das contas, se torna o presidente do país. Durante uma viagem, Fielding reencontra Nancy novamente e ela se apaixona por ele, agora que é um líder político.

Tudo o que você sempre quis saber sobre sexo mas tinha medo de perguntar (1972) – Os afrodisíacos mostram-se eficazes para um bobo da corte (Allen) que consegue a chave do coração da Rainha (Lynn Redgrave), mas que descobre que a chave do seu cinto de castidade poderia ser mais útil. Atos não naturais tornam-se selvagens e felpudos quando um bom doutor (Gene Wilder) apaixona-se por uma caprichosa ovelha. Jack Barry trabalha com o fetichismo em 20 perguntas num show de TV maluco chamado “Qual Minha Perversão?” A pesquisa sobre a sexualidade é vista à luz do microscópio quando um cientista louco (John Carridine) libera um seio monstruoso e predador. E o absurdo atinge seu clímax com Tony Randall, Burt Reynolds e Allen como espermatozóides… refletindo sobre a ejaculação!

O dorminhoco (1973) – Esta produção apresenta um saxofonista (Woody Allen) que foi congelado em 1973 e, é trazido de volta 200 anos depois por um grupo contrário ao poder vigente que tenta derrubar o governo opressor. No entanto, ele quer conhecer este novo mundo, totalmente diferente da realidade em que vivia. Com as inúmeras modificações ocorridas nestes dois séculos, este homem vai entrar em diversas confusões.

A última noite de Boris Grushenko (1975) – O covarde estudante Boris Grushenko (Allen) tem muita coragem quando trata-se da bela Sonja (Diane Keaton), mas nenhuma quanto trata-se das Guerras Napoleônicas. Arrasado pela notícia dos planos de Sonja de casar-se com um mal-cheiroso comerciante de arenque, Boris alista-se no exército – apenas para voltar para casa como um herói sem dinheiro! Concordando finalmente em casar-se com ele, Sonja, no entanto, sentencia o pobre Boris a uma vida repleta de filosofia, celibato e refeições… de neve. Mas quando as tropas francesas invadem a Rússia e Sonja arquiteta um plano maluco para assassinar Napoleão, Boris aprende – em uma tentativa hilária mas fatal de golpe – que Deus é um fracassado, que não há garotas na vida depois da morte… e que não se pode confiar no anjo da morte!

Noivo neurótico, noiva nervosa (1977) – Alvy Singer (Woody Allen), um humorista judeu e divorciado que faz análise há quinze anos, acaba se apaixonando por Annie Hall (Diane Keaton), uma cantora em início de carreira com uma cabeça um pouco complicada. Em um curto espaço de tempo eles estão morando juntos mas depois de um certo período, crises conjugais começam a se fazer sentir entre os dois.

Interiores (1978) – Renata (Dianne Keaton), Joey (Mary Beth Hurt) e Flyn (Kristin Griffith) são irmãs que pouco se conhecem, já que escondem seus medos e vontades. Elas fazem parte de uma família burguesa, capitaneada por Arthur (E.G. Marshall) e Eve (Geraldine Page). Quando Arthur anuncia que pretende se divorciar, para viver com outra mulher, a família entra em crise.

Manhattan (1979) – Nesta produção, Woody Allen representa um escritor de meia-idade divorciado. Ele se sente em uma situação constrangedora quando sua ex-mulher decide viver com uma amiga e publicar um livro, no qual revela assuntos muito particulares do relacionamento deles. Neste período ele está apaixonado por uma jovem de 17 anos (Mariel Hemingway), que corresponde a este amor. No entanto, ele sente-se atraído por uma pessoa mais madura, a amante do seu melhor amigo, que é casado.

Memórias (1980) – Um conhecido diretor e roteirista de comédias (Woody Allen) vai meio a contragosto a um seminário no Hotel Stardust. Enquanto os fãs desejam que ele continue fazendo comédias (apesar dele não se sentir engraçado), enfrenta uma platéia adversa a ele. A partir daí, o cineasta começa a fazer uma retrospectiva de seus trabalhos e seus romances.

Sonhos eróticos de uma noite de verão (1982) – Três casais se reúnem em uma casa de campo. Os anfitriões têm problemas de ordem sexual, um outro casal é composto por um professor que vai se casar brevemente com uma mulher muito mais nova e o terceiro casal é um médico, que conheceu uma enfermeira há pouco tempo. Nesta pequena reunião sexo e amor são discutidos e seus sentimentos vem à tona.

Zelig (1983) – Este é um pseudo-documentário sobre a vida de Leonard Zelig (Woody Allen), o homem-camaleão, que tinha o dom de modificar a aparência para agradar as outras pessoas.

Broadway Danny Rose (1984) – Danny Rose (Woody Allen) é um agente fracassado, que tem a chance de mudar de vida através do cantor Lou Canova (Nick Apollo Forte). Ele passa a empresariá-lo, só que os conflitos amorosos de Lou fazem com que Danny se envolva em diversas situações para protegê-lo. Em meio às confusões, ele precisa lidar até mesmo com uma organização mafiosa.

A rosa púrpura do Cairo (1985) – Em uma área pobre de Nova Jersey, durante a Depressão, uma garçonete (Mia Farrow) que sustenta o marido bêbado e desempregado, que só sabe ser violento e grosseiro, foge da sua triste realidade assistindo filmes. Mas ao ver pela quinta vez A rosa púrpura do Cairo, acontece o impossível! Quando o herói da fita sai da tela para declarar seu amor por ela, isto provoca um tumulto nos outros atores do filme e logo o ator que encarna o herói viaja para lá, tentando contornar a situação. Assim, ela se divide entre o ator e o personagem.

Hannah e suas irmãs (1986) – A amizade e o relacionamento de três irmãs vivendo em Nova York. No dia de Ação de Graças, seus conflitos amorosos e existenciais são evidenciados no meio de um grupo de amigos e parentes não muito homogêneo. Lee (Barbara Hershey ) é uma velha pintora casada com Frederick (Max von Sydow ), Holly (Dianne Wiest ) sonha em ser uma escritora e Hannah (Mia Farrow) é uma famosa atriz, perfeita em tudo na vida.

A era do rádio (1987) – No início da Segunda Guerra Mundial em Nova York, uma simples família judia tem seus sonhos inspirados nos programas de rádio da época. Em virtude de ainda não existir televisão, as famílias se reuniam ao redor do rádio e cada membro da família tinha seu programa preferido.

Setembro (1987) – A dona de casa Lane (Mia Farrow), o publicitário Peter (Sam Waterston), Stephanie (Dianne Wiest), Diane (Eliane Stritch), Lloyd (Jack Warden) e Howard (Denholm Elliott) passam juntos o último dia do verão em Vermont. Lane alugou sua casa de hóspedes para Peter e nutre por ele uma forte paixão. Ele, por sua vez, ama Stephanie, que se sente vazia no casamento. Já Howard também nutre uma paixão, por Lane.

A outra (1988) – Para escrever seu novo livro, uma intelectual de Nova York aluga um apartamento que tem como vizinho um consultório de psicanálise. Através do seu apartamento é possível ouvir as confissões dos pacientes, em especial de uma paciente grávida, fazendo intensificar nela uma crise existencial adormecida.

Crimes e pecados (1989) – Nesta produção, duas histórias seguem paralelamente. Na primeira um oftalmologista (Martin Landau) de sucesso se depara com o fim do seu casamento e da carreira, pois sua amante (Anjelica Huston), cansada da situação, ameaça revelar o caso e também os atos ilícitos cometidos por ele. Ele decide, então, mandar matá-la. Na outra história, um produtor de documentários (Woody Allen) casado ama outra mulher (Mia Farrow), que, no entanto, prefere um outro produtor (Alan Alda). Apenas na cena final as histórias se encontram.

Simplesmente Alice (1990) – Alice Tate (Mia Farrow) é uma mulher da classe média alta que sente-se entediada com os seus 16 anos de casamento e acaba se apaixonando por um charmoso saxofonista. Em busca de felicidade, ela encontra o acunpunturista Dr. Yang. O médico percebe que o problema de Alice está em sua mente e resolve prescrever estranhas e misteriosas ervas que provocam reações inusitadas.

Neblina e sombras (1991) – Em uma pequena cidade europeia, um serial killer estrangula brutalmente suas vítimas. Kleinman (Woody Allen) é escalado para encontrar o culpado de tantos crimes, mas logo passa a ser considerado suspeito. Paralelamente, um novo circo chega à cidade. Quando Irmy (Mia Farrow), a engolidora de espadas, flagra seu marido (John Malkovich) com a trapezista Marie (Madonna) ela decide arrumar suas coisas e ir embora. No meio do caminho encontra Kleinman, que passa a ajudá-la.

Melinda e Melinda (2004) – Quatro sofisticados nova-iorquinos se encontram para jantar em uma noite chuvosa. Uma história contada durante o jantar dá início a uma conversa entre Max (Larry Pine) e Sy (Wallace Shaw), dois escritores, que passam a discutir a dualidade do drama humano através das máscaras da tragédia e da comédia. Os dois escritores passam então a desenvolver duas histórias, uma cômica e outra trágica, protagonizadas por uma mulher chamada Melinda (Radha Mitchell).

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Um comentário sobre “Box com 20 filmes de Woody Allen

  1. Marcelo disse:

    Eu pensava que já tinha visto muitos filmes do Woody, mas agora vi que tem muita coisa pra assistir ainda. Que bom! Vou garimpar esses títulos mais antigos. Boa sugestão.

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