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Paul Zak fala de oxitocina, confiança e moralidade

Embora um pouco antigo e com legendas um tanto toscas, esses 16 minutos de Paul Zak valem cada segundo!

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3 comentários sobre “Paul Zak fala de oxitocina, confiança e moralidade

  1. Desculpe mas os países mais prósperos vivem às custas da exploração das riquezas naturais e da mão-de-obra mais barata dos países de terceiro mundo e mais pobres. Não tem nada de moral e ético nisso. Essa tese foi desvendada há centenas de anos e revelada por economistas como Adam Smith no livro A Riqueza das Nações e aprofundada por David Ricardo e Karl Marx. A doutrina vigente até hoje é a do liberalismo econômico e segundo os economistas clássicos se pauta pelas seguintes características:
    “A doutrina liberal apresenta quatro características do comportamento social em relação à natureza humana.
    A primeira característica aborda o fato de que o homem é um ser egoísta, sendo que o prazer e a dor governam os homens.
    A segunda aborda que o homem é um ser frio e calculista, colocando o racionalismo em oposição ao instinto humano.
    A terceira característica traz a afirmação de que o homem é essencialmente inerte e, sendo assim, ninguém iria dedicar-se ao trabalho se não existisse a possibilidade de se obter maior prazer.
    Por final, a quarta característica afirma que o homem é um ser atomista, ou seja, o homem posto em uma esfera mais importante do que a sociedade como um todo, característica que confronta a ética cristã anterior.
    Verifica-se ainda que a filosofia individualista baseava-se em uma forma de pensamento que buscava uma libertação da abordagem moral da época, que condenava a busca pelo lucro.
    Assim, essa filosofia estava em oposição aos valores do catolicismo e do protestantismo. Esses valores defendidos pela igreja afirmavam que o homem não salvar-se-ia por si próprio, mas por meio da igreja, por meio da confissão, da penitência e até da ex-comunhão.
    Portanto, essa filosofia individualista acreditava que o melhor caminho para agradar a Deus era o sucesso na terra, sucesso que era alcançado por meio do apego ao trabalho.
    Assim, verifica-se que o pensamento econômico clássico está assentado numa doutrina econômica que tem como ponto de partida o homem, no fundamento de que o homem necessita reproduzir a sua existência, a partir da produção de bens por meio do trabalho, bens que podem ser transacionados nos mercados na busca das necessidades que não eram produzidas pela sua própria produção.”(Herpich,M.)

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